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Respostas no Fórum

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  • em resposta a: Exercício 7 – Vídeo: Leitura crítica #5896

    Para conferir a veracidade das informações que recebo, costumo consultar instituições e organizações oficiais, como a Anvisa, a Fiocruz, diretrizes e publicações do Ministério da Saúde. Essas fontes fornecem dados confiáveis e atualizados sobre saúde e segurança de produtos.

    em resposta a: Pergunta Exercício 6 – Vídeo #5895

    Sim já compartilhei, mas tendo – se acontecer- publicar uma errata e divulgar a fonte certa.

    em resposta a: Pergunta 5 Exercício 5 – As mulheres e as TICs #5894

    Percebo que as mulheres têm estudado mais e fazem uso das tecnologias principalmente como ferramentas de trabalho, estudo e lazer. No entanto, socialmente ainda enfrentamos limitações e precisamos ter cuidados com a exposição online. Além disso, dependendo do que compartilhamos e de como utilizamos essas tecnologias, podem surgir associações negativas.

    em resposta a: Pergunta 4 Exercício 5 – As mulheres e as TICs #5893

    Somente eu e meu esposo.

    em resposta a: Pergunta 3 Exercício 5 – As mulheres e as TICs #5892

    Sim, aos pouscos fui me apropriando e estudando.

    em resposta a: Pergunta 2 Exercício 5 – As mulheres e as TICs #5891

    Não, acredito que muitas mulheres não foram educadas para “conjugar” esses verbos na prática — aventurar-se, explorar, navegar, criar — por questões estruturais e sociais. Limitações históricas, medo e preconceitos internalizados e impostos culturalmente dificultam que as mulheres se apropriem plenamente dessas ações. Desde cedo, somos ensinadas a cautela, moderação e a priorizar a segurança e a aprovação alheia, em vez de experimentar, arriscar ou ocupar espaços de protagonismo. Essas barreiras estruturais e culturais moldam comportamentos e restringem oportunidades de atuação e autonomia.

    em resposta a: Pergunta 2 Exercício 5 – As mulheres e as TICs #5890

    Rádio digital, Tv digital, celular, notebook.

    em resposta a: Pergunta 1 Exercício 5 – As mulheres e as TICs #5889

    Não, acredito que muitas mulheres não foram educadas para “conjugar” esses verbos na prática — aventurar-se, explorar, navegar, criar — por questões estruturais e sociais. Limitações históricas, medo e preconceitos internalizados e impostos culturalmente dificultam que as mulheres se apropriem plenamente dessas ações. Desde cedo, somos ensinadas a cautela, moderação e a priorizar a segurança e a aprovação alheia, em vez de experimentar, arriscar ou ocupar espaços de protagonismo. Essas barreiras estruturais e culturais moldam comportamentos e restringem oportunidades de atuação e autonomia.

    Enviar uma carta e uma mensagem pelo WhatsApp mostra como as TICs mudam nossa percepção de tempo e espaço. A carta exige paciência, cuidado , reflexão e disposição para ir até o ‘Correio’— o tempo e o espaço têm peso e significado. O WhatsApp é instantâneo, cria uma sensação de presença imediata e fragmenta o tempo, acelerando a comunicação e alterando a forma como pensamos, agimos e sentimos. Assim, as TICs transformam nossas relações, tornando a experiência mais rápida, fluida e interconectada.

    em resposta a: Pergunta Exercício 3 – Vídeo: Misoginia #5887

    A misoginia leva ao assassinato de mulheres porque é um mecanismo de controle que pune quem desafia as normas patriarcais. Na nossa cultura, a sexualidade masculina é valorizada, enquanto a feminina é julgada, o que reforça estereótipos e legitima violências. O feminicídio é a forma mais extrema dessa punição, muitas vezes cometido por parceiros que se sentem donos do corpo e da vida da mulher. Essa violência é sustentada por estruturas sociais e culturais que ainda naturalizam o poder masculino e a subordinação feminina, transformando a perda de controle ou autonomia feminina em “motivo” para matar.

    Sim. Como mulher parda, já vivenciei diversas situações marcadas por discriminação e vieses inconscientes. Algumas delas parecem “pequenas” para quem nunca passou, mas acumuladas ao longo do tempo mostram como esses preconceitos estão enraizados no cotidiano.

    Já fui “conferida” por seguranças após compras, precisei esvaziar a bolsa ou lidar com sensores de loja com defeito como se fosse minha culpa. Em bancos, fui chamada a atenção por estar ao telefone — enquanto outras pessoas faziam o mesmo sem nenhuma advertência. Em contextos acadêmicos e profissionais, já associaram minha formação à entrada por cotas, mesmo eu tendo feito vestibular em ampla concorrência. Também já presumiram que, por ser parda, minha qualificação fosse limitada ou “surpreendente”: há quem se espante por eu ser nutricionista ou doutora, como se não correspondesse ao que imaginam para esses lugares.

    Lembro de um episódio em que, ao comentar que iria palestrar em um evento, ouvi de alguém, com um ar de surpresa e certo desprezo: “Ah, então a doutora é você?”. Pequenos gestos e expressões assim carregam muito mais do que curiosidade — revelam o quanto estereótipos e expectativas distorcidas moldam a forma como somos vistas e tratadas.

    Essas experiências me lembram, todos os dias, que combater vieses inconscientes não é apenas reconhecer que eles existem, mas questionar as estruturas que os sustentam e aprender a agir de forma diferente diante deles.

    A frase do Chacrinha, “Quem não se comunica, se trumbica”, traduz, de forma simples e popular, algo que é central não só na mídia, mas nas relações humanas: comunicar-se é um ato de sobrevivência social. No vídeo, fica claro que a comunicação não é apenas falar, mas construir pontes — seja por palavras, imagens ou expressões culturais — para que a mensagem realmente alcance e seja entendida.

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